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Perguntas Frequentes

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Perguntas Frequentes

Às vezes esqueço os nomes das pessoas, não lembro onde coloquei as chaves de casa ou do carro e sempre tenho a sensação de que estou esquecendo de algo importante. Isso tudo é algo comum ou indica que eu tenho alguma doença?

Com a vida agitada do mundo moderno e fatores como o estresse, por exemplo, está cada vez mais comum as pessoas terem lapsos de memória. Às vezes é apenas falta de atenção, afinal quem não está atento não memoriza. Fique atento se estes esquecimentos estão afetando suas atividades no dia a dia. Se estiverem, procure um especialista a fim de descobrir a causa e iniciar o tratamento, se necessário. Lembre-se que falta de atenção e perda de memória são duas coisas diferentes: na primeira a informação não chegou a ser registrada, na segunda o dado armazenado foi perdido.

O que posso fazer para melhorar o funcionamento da minha memória e deixá-la mais ativa?

A memória pode ser estimulada e treinada diariamente com: técnicas de relaxamento; meditação; exercícios que instiguem a atividade cerebral, como aprender uma nova língua, jogar xadrez e fazer palavras cruzadas ou sudoku, por exemplo; leitura de textos e livros e exercícios físicos, entre outros estímulos. Até uma boa noite de sono e descanso faz diferença, pois é neste momento que o cérebro processa, revisa e armazena os dados na memória. Noites mal dormidas ou de insônia levam à fadiga constante, prejudicando a habilidade de concentração e o armazenamento de informações. Vícios como alcoolismo e tabagismo prejudicam o funcionamento da memória. Já a boa alimentação a favorece.

Quais alimentos favorecem o funcionamento da memória?

Turbine as refeições com peixes ricos em Ômega-3, frutas, ácidos graxos insaturados - encontrado no azeite de oliva -, vegetais ricos em antioxidantes, além de feijão, ovos e soja, onde o micronutriente Colina – que participa da formação de novos neurônios e ajuda a reparar as células cerebrais avariadas - está presente. Algumas vitaminas do Complexo B facilitam a comunicação entre os neurônios e estas podem ser encontradas nos ovos.

Ocasionalmente tenho lapsos de memória. Não é nada que prejudique o meu dia a dia, mas como tenho avós que tiveram Doença de Alzheimer fico com receio de ter também. Isso é possível?

A doença envolve um fator genético, assim quem tem parentes próximos com DA tem maior chance de desenvolvê-la. Porém, há outros fatores envolvidos, como a qualidade de vida, por exemplo. Quanto mais uma pessoa cuida da saúde física, mental e emocional, mais ela previne e até retarda o aparecimento de doenças como Alzheimer, por exemplo. Por isso, opte por uma vida saudável e ativa!

Nossa memória muda com o envelhecimento?

Sim, é natural haver um declínio cognitivo a partir dos 60 anos. Os estímulos, a atenção e a velocidade de processamento sofrem alterações com o passar dos anos. É comum os idosos se queixarem de lapsos de memória, mas isso não significa que estejam doentes, com Alzheimer. É preciso diferenciar o que é perda de memória natural do envelhecimento com a causada pela Doença de Alzheimer. Na dúvida, procure um profissional a fim de investigar o que está acontecendo.

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